Saga Cega Audio

À Deriva

by Saga Cega

Released 04/01/2017
Self Edition
Released 04/01/2017
Self Edition
  • 04:19 Lyrics
    A Mil (Feat. Tatanka)

    A Mil

     

    Num Impulso salta e cai de pé

    Do Silêncio ao uníssono

    De Goelas em êxtase a Arder

     

    A Pulsação no Crânio a Latir

    Pulsação que atravessa 

    O poros da pele

     

    Evapora e se Esbate

    Dilata e se Funde

    Na batida do Mundo

    Quero isto outra vez

     

    O ar que respira

    É morno, inebria

    Regista a exaltação

    Promete Repetir

     

    A Tentativa de se superar

    Conhecer os limites

    E atirar-se a eles a Mil

     

    Tudo á volta é alimento

    Que investe sem medo

    Para ouvir o Eco

    Do som que atravessa

    Dilata e se Funde

    Na batida do Mundo

    Quero isto outra vez

     

    O ar que respira

    É morno, inebria

    Regista a exaltação

    Promete Repetir

     

    Tantas vezes tentativas vãs

    A forjar ou a esculpir

    Mente e Corpo 

    Em afinação tal

     

    A Pulsação no Crânio a Latir

    Pulsação que atravessa 

    O poros da pele

     

    Evapora e se Esbate

    Dilata e se Funde

    Na batida do Mundo

    Quero mais desta vez

     

     

    O ar que respira

    É morno, inebria

    Regista a exaltação

    Promete Repetir

     

     

    O ar que respira

    É morno, inebria

    Regista a exaltação

    Vivendo Sempre

    A Mil

  • 04:02 Lyrics
    És Mar

    És Mar

     

    Imenso, manso, morno

    Amigo

    Aspiro a tal afago...

     

    Cruzo a Ria,

    Atravesso as dunas,

    Meus pés no areal...

     

    A maré crepita,

    O teu riso imita o mar

    - Registo eterno

    Desse teu riso em mim

     

    Ser solar, são,

    Viço puro

    Hiberna no Inverno

    No Verão seduz

     

    Ténues raios,

    O dia a abrir,

    Vejo a leste a luz

     

    A maré crepita,

    O teu riso imita o mar

    - Registo eterno

    Desse teu riso em mim

     

    Mergulho, confio,

    Algas -luz de estio -

    Riscam

    A néon

    As ondas à noite           (4x)

     

    Respiro a ilha, cheiro a sal,

    Desperto.

    Pertenço-lhe, sabe, e

    Dá-me colo de mãe

     

    Magnânima me abraça,

    Em si guarda um príncipe,

    Que sabe ser meu também.

     

    A maré crepita,

    O teu riso imita o mar

    - Registo eterno

    Desse teu riso em mim

     

    Mergulho, confio,

    Algas -luz de estio -

    Riscam

    A néon

    As ondas à noite           (4x)

     

    Imenso, manso, morno,

    Amigo

    Aspiro a tal afago...

    - Mar!

  • 04:03 Lyrics
    Rir

    Rir

     

    A cada passo Perdes 

    Mais uma hora que não medes

    E cada dia Gasto

    É só cera a queimar pavio

     

    Sem alarme 

    Vês como é fogo amigo

    É bom Sinal 

    É estar bem vivo

    E o teu Tempo

    Voa Dias

    Voa Dias e Dias a Fio

     

    Promete Valente

    Celebrar

    Aprender a estar Inteiro, Uno

    Ao limite há-que: 

    Trincar Rasgar Moer Roer

    Morder e Sorver o Recheio

     

    E aí, ahhhh

    Há o vos faça

    E o que nos faça

    Sim! Que nos faça rir

     

     Um Acordar perfeito

    A valer, Faz-me Rir!

    O fim de Dia eleito

    A valer, Faz-me Rir!

     

    Escultores habéis

    Vorazes do tempo

    Vá:

    Soprem o meu Alento

    Das vossas cordas

    O canto ouvi

    E segui-vos Aquí

     

    E aí, ahhhh

    Ainda Vale, Ainda Vale

    O que nos faça rir

     

    E aí, ahhhh

    O agora vale, Agora vale

    Sim! Que nos faça rir

  • 03:04 Lyrics
    Sem Tempo (Feat. Cristina Branco)

    Sem tempo 

     

    Galga a escada, desce a rua, segue atalho

    Do outro lado já o esperam

     

    Fresco o tempo, bem escolhido o agasalho

    Junto ao rio as noites gelam

     

    Mal escorrega na calçada, finta o malho

    Uns tios quase o atropelam

     

    Ainda assim, foi sorte!

    Tudo inteiro, parece:

    Ipad ok.

     

    “Sem tempo.”

    Contactar...Tactear

    Tonto.

     

    Cruza o largo, a brisa morna ao fim da tarde

    Pede mesmo um à saúde

     

    É tanta a gente, tanto nervo, tanto alarde

    Bebem bem e amiúde

     

    Vodka em voo, na trajetória o olho arde

    Lá pragueja em jeito rude

     

    Ainda assim, foi sorte!

    Tudo inteiro, parece:

    Ipad, Ok

     

    “Sem tempo.”

    Contactar...Tactear

    Tonto.

     

    Fugindo dali

    Já não vê ninguém

    Desistir, não Quis

    Convicção, Não Tem

     

    Galga a escada, em força.

    Desce a rua, ele vai…

    Cruza o largo, está quase…

    Finta a queda, e…

     

    De pé, 

    Desperto ou tonto,

    Não vai adiar

    Aquele encontro

     

    De novo:

    Galga a escada, desce a rua, cruza o largo

    Do outro lado já o esperam!

  • 04:48 Lyrics
    Siga a Saga

    Siga a Saga

     

    O ser recto, rato, roto ou nu

    Alado, de quatro, ou a pé

    Importa a tigres como tu

    Capazes de trepar à ré

     

    Tinto-te como imagino

    À beira

    O próximo passo é

    Queda certeira

    E vibro a valer no rito

    À roda de um lago de rum

     

    Lince e leão

    Trocam peles

    Cai o céu 

    À conta deles

    Corre tinta mas o peão

    Faz a finta leva-os ao chão

     

     Siga a saga da insã

    Sanguessuga

    Q' segue às cegas

    Quem a amiga siga:

    "Cose, cose

    A linha grossa

    Segue a saga

    Que é sina nossa"

     

    Sem mossa maior

    E giz às riscas

    Sem "nosso senhor"

    A crise às biscas

    Ver assim

    Plano assado

    Ler do fim

    Afincado

    Roído a traça

    Toca a ouvir

    Ruído-troça

    Do devir

    Bebo-te mel do mal

    E que siga a saga igual

     

    Lince e leão

    Trocam peles

    Cai o céu 

    À conta deles

    Corre tinta mas o peão

    Faz a finta leva-os ao chão

     

    Chove uma água morna

    Correm logo à rua

    Esquecem-se da jorna

    - É só gente nua!

    Riem-se do fundo

    De umas almas vagas.

    "Não são deste mundo:

    - Têm férias pagas..."

    Gozam horas vivas

    Guardam-nas cativas.

     

    Sem mossa maior

    E giz às riscas

    Sem "nosso senhor"

    A crise às biscas

    Ver assim

    Plano assado

    Ler do fim

    Afincado

    Roído a traça

    Toca a ouvir

    Ruído-troça

    Do devir

    Bebo-te mel do mal

    E que siga a saga igual

     

    Lince e leão

    Trocam peles

    Cai o céu 

    Á conta deles

    Corre tinta mas o peão

    Faz a finta leva-os ao chão

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